sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Os Crimes dos Funcionarios do Canil Municipal de Lisboa


Gato cinzento roubado para ser torturado e assassinado no Canil Municipal de Lisboa
O meu gatinho maravilha, o meu gatinho cinzento, tornava o Mundo mais bonito, mais calmo, melhor, mais harmonioso; quer quando ficava deitado no tapete, quer quando me acompanhava na Rua tal e qual como um cachorro, quer quando me saía ao caminho, chamando, pedindo carinho, atenção e comidinha.
Mas há pessoas horríveis que não vêem a beleza do Mundo, não têm beleza interior, não toleram as coisas e os seres belos; e muito menos admitem que os outros disfrutem dum Mundo melhor.
O Mundo, para essas pessoas, tem de ser pérfido e tenebroso como é o seu próprio psiquismo. Acham-se donos do Mundo e de tudo, inclusive dos outros e, por isso, acham que podem cometer toda a espécie de crimes (e cometem).
Foi assim que o meu gatinho maravilha "se foi" num cenário de verdadeiro horror, vítima dum crime monstruoso e arrepiante.
Há que fazer alguma coisa para que "ISTO" MUDE.




Acabemos com este tipo de histórias de horror que se repetem TODOS OS DIAS!


Boicotemos o pagamento dos impostos e taxas Municipais, nomeadamente do IMI, até que o problema seja resolvido.

Do email anterior:
…/…
“A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados”.

MAHATMA GANDHI

Como era O Gato Cinzento?



(…) O gato cinzento desapareceu, nessa mesma noite (de 22 para 23 de Dezembro de 2008) entre as 23 horas e as 01H30.

O gato preto que tenho comigo, irmão do gato cinzento, depois do desaparecimento, passa muito tempo deitado no tapete, à espera que o irmão venha.

Na noite de sábado para domingo a seguir ao Ano Novo, respectivamente dias 03 e 04 de Janeiro de 2009, o gato preto quis ficar no tapete até tarde da noite. Já passava da uma da madrugada quando ouvi duas pessoas saírem do elevador e conversarem, na entrada.

Ouvi o miúdo dizer: “Olha! O Gato.” Espreitei pelo óculo da porta e vi a mulher, que acompanhada o miúdo, inclinada e com a mão estendida para o gato preto.

Abri a porta e disse: “boa noite!”.

Ninguém me respondeu! A mulher baixou ainda mais a cabeça para que eu não lhe visse a cara e virou-se saindo ambos rapidamente, enquanto ela resmungava qualquer coisa sobre “deixar os gatos…”.

Essa mulher e o miúdo tinham entrado, ao princípio da noite...

O gato cinzento não se deixava tocar facilmente por desconhecidos. Depois do acidente do irmão e ao ver a forma como o tratei (ao irmão), transformou-se num amigão, dócil e meigo que me acompanhava na rua tal e qual um cachorro. Visitava-me em busca de mimos, de atenção e de protecção e era dócil para com quem saía e entrava no prédio por causa da confiança que tinha em mim e para que o deixassem entrar. Foi aproveitando-se disso que conseguiram apanhá-lo.
…/…

Como assassinaram o Gato Cinzento no cenário do maior horror que se pode imaginar para um animal destes.

A história da busca:

No dia 23 de Dezembro o gato cinzento não me procurou, nem o encontrei quando fui procurá-lo, mas pensei que se tivesse entretido com os mimos de algum dos outros seus amigos humanos e depois tivesse arranjado algum “assunto mais urgente”.

No dia 24, ao procurá-lo, constatei que tinha desaparecido. Procurei-o por todo o lado mas sem sucesso.

A meio da tarde liguei para o Canil Municipal e disse: “Procuro um gato cinzento, todo cinzento, só cinzento, que desapareceu anteontem à noite e queria saber se está aí.”
Resposta do outro lado: “De que zona está a falar?”
Eu: “Da zona das Laranjeiras, em Lisboa.”
Do Canil: “Não! Dessa zona não temos nenhum!”
Eu: “Mas tem algum gato cinzento? Ele pode ter-se afastado!”
Do canil: “Gatos cinzentos há muitos!”
Eu: “Não há muitos gatos cinzentos!”
Do canil: “Pois não. Mas passam por aqui muitos animais. Por isso é que estou a dizer à senhora que há muitos gatos cinzentos.”
Insisti: “Mas têm aí algum gato cinzento?”
Do Canil: “Não! Dessa zona não!”
Eu: “Ele pode estar ferido, ou coisa parecida.”
Do Canil (após um breve momento): “Já procurei até nos gatos mortos. Não consta!”

Prolonguei as buscas pela noite dentro, afastando-me mais e mais, até à exaustão, mas em vão.
No dia seguinte: 25 de Dezembro, voltei às buscas, ainda para mais longe, durante toda a tarde e princípio da noite.

No dia 26 fui atrás de informações vagas que me chegavam de gatos que tinham sido vistos aqui ou ali. Em vão!

Ao fim da manhã voltei a telefonar para o Canil Municipal de Lisboa, donde me garantiram que não estava lá. Até especificaram que, nesse dia, só tinha entrado um gato preto. Ainda assim decidi me deslocar ao Canil, a meio da tarde, para confirmar.

Depois duma longa espera, lá fui ao gatil acompanhada por um “escroque nazi”, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.

Começámos por ver as jaulas da fila do lado direito. Depois o bandido deixou-me a ver as outras jaulas e afastou-se para junto duma jaula da penúltima fila à esquerda.

Senti uma vibração pérfida, vinda do indivíduo e decidi continuar a ver as jaulas, uma a uma, não fosse aquilo uma manobra para que eu não visse alguma das jaulas. Senti que um dos gatos da jaula onde o escroque se deteve reagia com fúria à sua presença. Não sei o que lhe fez (ou terá feito antes) para enfurecer tanto o pobre animal.

Quando me aproximei dessa jaula, passados uns quantos segundos, o bandido disse-me, sem se afastar da frente da jaula, onde tinha pousado as patas imundas, atraindo permanentemente a atenção do bicho: “É este?”

Na jaula estava um gato cinzento igual ao meu (era o meu), misturado com outros gatos de cores mais claras. E, curiosamente, o gato cinzento era o único que reagia, enfurecido, à presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.

À pergunta do porco nazi, se era aquele, respondi: “É igual!” e comecei a tentar falar com o bicho para que ele me reconhecesse.

O monstro dos infernos, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, não se afastou da frente da jaula, para onde o bicho estava virado, não tirou as patas imundas da jaula e começou aos berros para o bicho repetindo, atabalhoadamente, o que eu dizia. O bicho, como é óbvio e era intenção do escroque nazi, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, nunca olhou para mim, nunca me viu (eu nunca consegui ficar na frente da jaula) e, provavelmente, nem nunca me ouviu, obcecado que estava com a presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.

Naquele estado, o meu “gatinho maravilha”, dócil e meigo, bonito e inteligente, sociável, mimado como era, que gostava muito de atenção e de mimos, que percebia tudo o que eu lhe dizia, orgulhoso da sua capacidade para se esconder e dissimular, não teve oportunidade de me reconhecer e era irreconhecível. Além disso ele já estava mais magro e, por isso, pareceu-me ligeiramente mais novo.

Após alguns momentos nisto, o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, afastou-se, concluindo: “Não é este!” e dirigindo-se, apressadamente, para a porta do gatil.

Mesmo sem ter a certeza de que era o meu, fiquei com uma pena enorme do bicho e com uma enorme vontade de o tirar dali, mas a minha única chance de conseguir trazê-lo era ele me reconhecer e foi isso que o bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, pretendeu evitar a todo o custo, e conseguiu. A atitude do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, enojou-me e revoltou-me, independentemente de saber se era, ou não, o meu gato. Pareceu-me, na altura, um acto de puro sadismo e perfídia de quem se entretém e diverte a maltratar e torturar os pobres animais que devia cuidar.

Para obter mais informações que me permitissem concluir, perguntei: “Porque é que ele está junto com os outros?”. Esclareço que havia gatos isolados, sozinhos numa jaula, e jaulas vazias. Aqueles nem se podiam mexer.

Resposta do bandido: “Certamente porque foram apanhados juntos!”.

Conhecendo o gato cinzento como conhecia sabia que isso era impossível; na rua ninguém teria conseguido apanhá-lo, nem com jaulas armadilha nem com nada, e muito menos em conjunto com outros gatos, por mais apetitosos que fossem os engodos. Ele estava gordo, bem tratado e sabia onde se dirigir para comer do bom e do melhor.

Aquela resposta do bandido, que era mentira premeditada mas que eu julguei ser verdade, mais me afastou a hipótese de que fosse o meu gato. Além disso havia ainda a informação que me fora dada pelo telefone, a sugestionar-me a ideia de que aquele gato não teria a menor hipótese de ser o meu.

Lembro-me de ter pensado: “pode ser que não seja ele mas, se for, não há outro dono para o vir buscar e eu hei-de voltar, hei-de conseguir encontrá-lo mais calmo e vou tirá-lo daqui”.

Já no corredor para a saída disse ao escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, que voltaria lá, se entretanto o meu gato não aparecesse, para o caso de ele ir lá parar mais tarde. Hoje, depois de tudo o que sei, acho que posso ter “assinado” a sua sentença de morte, mais cedo, com essas palavras. Isto passou-se no dia 26 de Dezembro de 2008 e o meu gatinho maravilha morreu, torturado e maltratado, naquele campo de concentração nazi, no dia 30 de Dezembro de 2008, por isso não voltei a encontrá-lo (nem a qualquer outro gato cinzento) nas várias vezes que lá voltei. Voltei a encontrar, isso sim, os seus colegas de jaula.

Quando soube, no primeiro fim-de-semana de Janeiro e da forma que descrevo acima (por ter visto a mesma bandida a tentar levar também o irmão dele, o gato preto), que o gato cinzento tinha sido apanhado à porta do prédio, a tentar entrar (única hipótese de terem oportunidade para o apanhar), mais fiquei convencida de que aquele gato cinzento, que encontrei no Canil, não era o meu. Não me parecia possível que alguém o tivesse apanhado e entregado ao Canil com a recomendação (encomenda) de o matarem. Mas foi isso mesmo que aconteceu e foi esse “plano diabólico” que aqueles monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, executaram, meticulosamente, torpedeando-me e mentindo consciente e propositadamente.

Continuei a procurá-lo.

No dia 28 de Dezembro enviei um email ao Sindicato dos Médicos Veterinários e à Ordem dos Médicos Veterinários, com fotografias do gato cinzento, pedindo que fossem reenviados a todos os veterinários para o caso de ele aparecer (ou ter aparecido) ferido nalgum consultório. Não houve qualquer reacção a essas mensagens e acredito que tenham sido ignoradas. Confesso que fiquei descansada até em relação aos Canis Municipais, porque todos eles têm veterinários. Essas estruturas comportam-se como se não existissem e depois queixam-se de serem ignoradas…

Pus anúncio na Internet, num site moderado por gente horrorosa e frequentado por gente ainda mais horrorosa, e voltei ao Canil Municipal de Lisboa, semana após semana, mas não voltei a encontrar qualquer gato cinzento.

Foi isso que me fez duvidar de tudo porque, se era mentira que passem muitos “gatos cinzentos” pelo Canil, se essa bujarda fora lançada, sem fundamento, para iludir e torpedear a minha pergunta, então tudo o resto podia ser mentira e fazer parte da mesma conspiração e aquele gato cinzento que eu vi no Canil ser mesmo o meu. Era muita coincidência que, num Canil aonde nunca aparecem gatos cinzentos, logo tivesse aparecido um gato cinzento igual ao meu, na mesma altura em que o meu desapareceu.

Entretanto fiz queixa do roubo do meu gato, na PSP, que tratou o assunto como se me tivessem roubado a carteira. Pedi que fosse feita uma diligência para identificar, positivamente, a bandida, autora do roubo, mas foi-me negado; “A Polícia não faz isso”. Pois não! A polícia não faz isso, nem faz nada; não serve para nada, a não ser para proteger criminosos e, com isso, aumentar a insegurança dos cidadãos. A Polícia é (mais) um encargo inútil a sugar os nossos impostos.

Telefonei para a Direcção Geral de Veterinária, tentando denunciar “maus tratos a animais”, mas fui atendida por uma funcionária que soprava enquanto eu falava e que, pelo meio dumas quantas desculpas esfarrapadas, me disse que não actuavam nesses casos e que “o caminho” era fazer queixa, na Polícia, e esperar.

Telefonei para o SEPNA, Serviço da GNR que teoricamente trata desses assuntos, mas recebi a mesma resposta que me foi dada pela Direcção Geral de Veterinária: o caminho era fazer queixa… e esperar.

E continuei a procurar, ao mesmo tempo que a minha angústia crescia de dia para dia.

Na quinta-feira, dia 05 de Fevereiro de 2009, voltei ao Canil Municipal de Lisboa, ao princípio da tarde, já com a intenção de saber tudo sobre o gato cinzento que lá encontrei. Percorri, mais uma vez, aquela sala de horrores, voltei a encontrar animais desesperados no meio de todos os outros visivelmente aterrorizados mas, MAIS UMA VEZ, não encontrei qualquer gato cinzento.

Pedi ao funcionário que verificasse o registo do gato cinzento que lá encontrara, “apenas para ter a certeza”. O escroque, Funcionário do Canil Municipal de Lisboa, perguntou a data do desaparecimento. No dia 22 de Dezembro não constava. Viu as fichas do dia 23 mas não me disse nada. Dirigiu-se ao computador e verificou-as uma a uma. A primeira tinha um gato preto, COM FOTO; a segunda idem e na terceira constava um gato cinzento, catalogado como “gato vadio” que nem foto tinha.

De repente aquele outro verme sabia tudo sobre esse gato: Segundo a sua versão, o gato cinzento terá sido apanhado no JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA, a tentar entrar pelo portão. MENTIRA!

No dia seguinte dirigi-me ao Jardim Zoológico e disseram-me que era absurdo! Nunca fazem isso, nunca chamam o Canil e os gatos entram e saem pelas grandes sem necessitarem de licença para entrar pelo portão.

A administração do Jardim Zoológico nega que alguma vez se tenha feito semelhante coisa lá, mas o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa repetiu, pelo telefone, à secretária da Administração do Jardim Zoológico a mesma versão, embora sem saber indicar o nome da pessoa que chamou o Canil. MENTIRA!

Eu garanto que, naquelas condições, ninguém apanharia o meu gatinho maravilha.

É óbvio que o gato cinzento foi entregue aos escroques nazis, funcionários da Canil Municipal de Lisboa e foi-lhes encomendado que o liquidassem, como fizeram num cenário de verdadeiro horror. Os escroques nazis, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, sabem muito bem quem lhes entregou o gato e lhes fez a encomenda. Será que há algum funcionário do Jardim Zoológico que usou o seu treino com animais para o apanhar?

O facto é que ele desapareceu antes da uma e meia da madrugada do dia 23 de Dezembro e só entrou no Canil às quatro da tarde desse mesmo dia, segundo consta na ficha, mas entrou em condições tais que nem foi possível tirar-lhe uma fotografia. A imagem era demasiado comprometedora?

O facto é que ele foi entregue ao canil manietado, imobilizado, aprisionado (talvez inanimado) e foi entregue por alguém conhecido dos bandidos funcionários do Canil Municipal de Lisboa. E porque é que o bandido dos infernos que me atendeu o telefone no dia 24 de Dezembro, me disse, insistentemente, que ele não estava lá?

Tudo teria sido diferente se esse escroque maldito dos infernos tivesse sido sincero, honesto e leal comigo, COMO É SUA OBRIGAÇÃO, e me tivesse dito que o tinha lá. Toda a gente sabe que as Laranjeiras e Sete Rios são zonas contíguas e ele sabia que era aquele gato cinzento que eu procurava; por isso me torpedeou até mais não poder, me mentiu, se recusou a responder às minhas perguntas.

Aqueles monstros malditos, facínoras do inferno, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, assassinaram o meu gatinho maravilha, de forma premeditada. Mas não necessitaram de se esforçar muito. Bastou-lhes usar “os meios” que têm e dar o “jeitinho certo”; coisa que eles sabem fazer muito bem; fazem-no todos os dias.

De TODAS as vezes que me desloquei ao Canil encontrei animais desesperados, no meio de TODOS os outros, visivelmente aterrorizados, num cenário de verdadeiro horror. Só consegui registar uma excepção: um gato preto, grande, que lá permaneceu durante meses e que se “insinuava” para toda a gente e miava pedindo mimos. Um verdadeiro herói!

Na generalidade dos casos, basta aquela sala de horrores que é o gatil, e o facto de os animais estarem ali aprisionados naquelas jaulas horríveis, privados até da luz do Sol, para os “matar”. No caso do meu gatinho maravilha há ainda o trauma horrendo de ter vindo em busca de mimos e de protecção, de ter confiado devido à confiança que tinha em mim e de ter sido apanhado à traição, maltratado e metido naquele inferno, de forma tão pérfida. Os maus tratos e torturas dos monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa fizeram o resto, agravando o seu desespero e acelerando o seu fim.

Aqueles antros de ignomínia que são os espaços interiores do Canil Municipal de Lisboa, destinados quer a gatos quer a cães, têm de ser imediatamente interditos à permanência de animais saudáveis por períodos que excedam 4 a 6 horas (tempo suficiente para rastreios, etc.).

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa e os seus cúmplices na conspiração para assassinar o meu gatinho maravilha têm de ser exemplarmente punidos, com exposição pública, de modo a servir de lição a outros que tenham o mesmo carácter de bandidos, para que não ousem ter a tentação de fazer coisas parecidas com os pobres animais.

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa actuam assim porque têm a cumplicidade e protecção, a garantia de impunidade dos seus superiores que os deviam punir mas que são tão bandidos como eles e por isso seleccionaram gente daquela natureza para aqueles lugares, para torturarem e assassinarem os nossos animais domésticos, cometendo toda a espécie de crimes e atropelos, como aconteceu com o meu gato.

Essa gente não se comove com “petições”. Mesmo que uma petição tenha 2 milhões de assinaturas eles “ignoram” sem qualquer problema de vergonha ou de consciência, que não têm. Mas se 20 mil dessas pessoas boicotarem o pagamento dos impostos e taxas a questão é completamente diferente e a resposta também.

Para acabar com isto tudo, urgentemente, lancei uma petição on-line e apelo a que todas as pessoas de bem a assinem e boicotem os pagamentos dos impostos e taxas municipais, nomeadamente o IMI, até resolução cabal deste vergonhoso problema e punição exemplar dos crimes cometidos e registados.

Nos crimes com mandante, sem mandante não há crime. E o Mandante é quem paga... Todos os cidadãos têm o direito de recusar ser corresponsáveis por estes crimes financiando-os com o dinheiro dos seus impostos.
Nota:
encontra a outra parte desta história: os autores do roubo do meu gato que o apanharam e entregaram no Canil, os "motivos", o perfil dessa gente.
E AQUI - Protecção dos Animais, Lei 92-95 Protecção dos Animais, encontra a legislação aplicável... para ter poder ter uma ideia da quantidade de violações da lei que foram cometidas neste caso, PELO CANIL e, consequentemente, pelos responsáveis da CML de quem o Canil depende.
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31 comentários:

Anónimo disse...

Não acredito em nada do que dizes... Qeures é protagonismo à custa de lançares noticias estupidas e chocantes.

Estupidos disse...

O teu desespero só agora começou. E, já agora, porque não assinas o teu nome seu "escroque nazi".
"Não acreditas" não é? E deves pensar que isso faz alguma diferença ou influencia alguém. Deves ter a mania de que és especialista em "propaganda nazi", mas isso é "chão que já deu uvas", esgotou-se, bandido dos infernos, monstro maldito. Só podes ser um dos patifes envolvido nesta história macabra.
E, já agora, "não acreditares" significa que as pistas e documentos foram apagadoss é?
Não se safam monstros imundos

Anónimo disse...

ACHO QUE DEVES PROCURAR AJUDA URGENTE... NÃO ESTOU A BRINCAR, TENS CARACTERISTICAS ESQUIZOFRÉNICAS.

Estupidos disse...

Não estás a brincar não! Vê-se! Estás é armado em escroque.
Eu nem devia publicar estes comentários nojentos, de bandidos malditos, mas publico porque os objectivos são evidentes e também porque eles apenas servem para confirmar este relato, esta história macabra. Estes comentários só podem ser de algum dos envolvidos nesta conspiração. São típicos desse tipo de gente que se julga capaz de cometer "o crime perfeito", porque, para além do caracter de bandidos ainda se julgam capazes de controlar a mente dos outros através destas tentativas, toscas e primárias, de terrorismo psicológico.
Essa estratégia tem sido usada pelos outros criminosos responsáveis pela atrocidade descrita, por isso nem sequer são "originais" nesta história. Para além disso, quem conheça bem a história da Europa, no século passado não se admira: eles são, tal como todo o resto da história, típicos de "PORCOS NAZIS" QUE É O QUE ESSES bandidos são todos, juntamente com os seus superiores que lhes garantem impunidade, incentivando-os a prosseguir cometendo os seus crimes infames.
Ainda fico em vantagem porque a esquizofrenia tem cura;tem tratamento, a vossa "DOENÇA" não tem. Façam como o Hitler bandidos do inferno.
Imaginem-me o/a aprendiz de feiticeiro(a) armado em psiquiatra, em especialista de doenças do foro psicológico. Os porcos nazis são todos iguais, até nisso. São uns desiquilibrados, uns loucos, e é por isso que vêem, em tudo, os reflexos da sua própria loucura.
Pena que ódio não mate. Algum efeito há-de fazer, algum dia.
Vocês todos hão-de sofrer, multiplicado por mil, o que fizeram ao gato cinzento e o que fizeram sofrer às pessoas envolvidas. E ainda será pouco castigo para gente tão pérfida e infame. Deus e a Providência se encarregarão de reequilibrar as coisas. Os crimes contra os seres doutras espécies nunca ficam impunes.

Anónimo disse...

incrivel saber que estão fazendo coisas desse tipo com gatos e concerteza devem estar fazendo com outrosanimais, só Deus sabe o motivo pra tamanha crueldade. como uma pessoa jah disse se pessoas como essas dos canis tem coragem de fazer esse tipo de coisa, esse tipo de tratamento comanimais concerteza fariam o mesmo com pessoas, a unica solução que temos pra casos como esses a união das pessoas por uma so causa, já que a voz desses bichos não são ouvidas abafadas por "animais" como esse cuidador do centro de zoonose(não sei como se chama em portugal).

Estupidos disse...

É verdadde! Estas coisas são inimagináveis para as pessoas comuns e de boa índole. O facto de nem se pensar que tal fosse possível teve muita influência neste caso.
Quando a gente se vê confrontada com tamanha e tão gratuita maldade exercida sobre seres indefesos e sociáveis, que são vítimas porque aprenderam (connosco) a confiar nas pessoas; o nosso mundo desmorona-se. Não tem volta.

Mas há muitos outros animais que são vítimas da mesma perfídia sem que ninguém os socorra. Pior! Para cometer estes crimes gasta-se dinheiro que falta (é negado) a outras carências sociais. É a loucura que nos governa.

Seja como for, há que unir esforços para acabar com isto!
Para isso foi lançada a petição. Não é o suficiente, mas é mais uma forma de mostrar a essa gente que as pessoas civilizadas se preocupam e que eles têm obrigação de ser CIVILIZADOS, devido aos cargos que ocupam.

Anónimo disse...

Olha estava a fazer uma procura sobre as condições em que os animais dos canis municipais vivem (sou estudante de medicina veterinária, e luto activamente contra a violação dos direitos dos animais) e deparei-me com o teu artigo.

Estou chocada. Nunca pensei que a raça humana fosse tão pequenina e que se pudesse descer tão baixo. Uma coisa é não ter donos para os animais e (embora não concorde com isso!) dessa forma terem de eutanasiá-los; outra coisa é aparecer o próprio dono e fazerem uma coisa destas.

Experimenta comunicar este caso directamente à Green Peace e à Quercus. Eles normalmente "mexem-se mais" que qqualquer organização portuguesa (que já sabemos que em Portugal cai tudo em saco roto...)

Ah! E quanto ao colega "Anónimo", apenas tenho uma coisa a dizer: "No dia em que os homens conhecerem o ínfimo dos animais, um crime contra um animal será considerado um crime contra a humanidade." Leonardo Da Vinci.

Desculpa ter posto o comment em anónimo, mas não tenho blog. De qualquer forma, vou passando por aqui...

Anónimo disse...

Já agora, deixo-te também um site que te pode ajudar:
www.sosanimal.com

manda-lhe o teu artigo para lá, pode ser que possam fazer alguma coisa!

Mais uma vez, volto a pedir desculpa pelo anonimato, mas a razão é a mesma do comentário anterior.

Estupidos disse...

Agradeço a solidariedade e as sugestões.

De facto, em Portugal cai tudo em saco roto e, infelizmente, as organizações nem sempre são o que parecem ou o que dizem ser.

A história deste texto anda a circular há 2 meses já enviei e sei que foram enviados mais de 500 emails, com pedido de reenvio. Enviei para todas as estações de televisão, jornais e algumas rádios, bem como para uma série de contactos da LUSA.
Enviei à Câmara Municipal de Lisboa donde me responderam que: "iniciaram os procedimentos oficiais". Participei à polícia onde prestei já declarações.

E enviei a todas as organizações, incluindo LPDA e SOS Animal. Os únicos que responderam foi a ANIMAL (que não é a mesma coisa) e a OIPA publicou a petição. De resto é um silêncio de morte.

Da SOS Animal não é possível esperar nada. Eles colaboram com o Canil e têm lá (no canil) uma pessoa debaixo de cujo nariz foi cometida esta atrocidade, denunciando bem o respeito que os funcionários e responsáveis do CAnil têm por essa organização. Não têm nem necessitam ter porque não obtive qualquer resposta a não ser de quem etá no Canil porque interpelei individualmente e a resposta foi uma espécie de interrogatório. Parecia que essa pessoa queria saber o que eu sei e como sei para informar os bandidos, funcionários do Canil. Como mne escusei a responder recebi uma resposta insultuosa.

Há muita gente que, infelizmente e por ignorância, por primarismo, não dá importância a coisas destas. Isto fez o Mundo desmoronar-se, para mim. Eu achava que podia ter a confiança destes animais e protegê-los. Nem eu imaginava que houvesse gente tão traiçoeira e tão pérfida.

Um abraço e desculpe o desabafo.

paulo disse...

amiga meu nome é paulo sou do brasil , mentes deformadas como a do anonimo em questão e orgãos publicos com gestões incompetentes e despreziveis
não são raros no mundo , haja visto o mundo que vivemos. me permita dar ums conselhos não desista da causa , com relação ao anonimo não perca tempo o ato dele já foi consumado ele em algum momento respondera pelos seus atos e palavras , com relação as gestões publicas estas sim devem ser confrontadas e seus integrantes responsabilizados pelos seus atos . uma sugestão a petição é importante mas a sociedade e a justiça só se mobilizam quando provocados , fotos e videos mostrando a dinamica de funcionamento do orgão é um bom instrumento como prova e para divulgação na imprensa e em estandes como tambem juntar forças com outras pessoas , organizando-se e focando no objetivo as coisas acontecem da trabalho,desgasta , demanda tempo mas tudo tem seu tempo ,aqui no brasil maus tratos aos animais é crime e denuncias podem tambem ser feitas ao ministerio pùblico , quanto a culpa substitua agora por perseverança, falo com esperiencia propia. um abraço do amigo brasileiro.

Anónimo disse...

Só hoje li o artigo do gato cinzento, só ainda não percebi porque é que em pleno século XXI, existem lugares como o canil de lisboa (capital) Fui a esse "belo" canil em 2008 com familiares que pretendiam encontrar um cão e fiquei horrorizada com as condições em que os animais se encontram, tentei tirar fotos mas fui impossibilitada de tal...
Em cima de estrados de madeira, acorrentados em boxes estão os animais dentro de pavilhões, o cheiro é imundo é impossivel conter as lágrimas... Fomos à união zoolófila em São Domingos de Benfica, ai fiquei maravilhada com o amor que há pelos animais que lá existentes, e chocada por saber que querem acabar com esse espaço

Anónimo disse...

É realmento horrivel a maneira como os funcionarios do canil municipal de lisboa, (des)tratam os animais, eu própria o presenciei... acho que "nós" os amigos dos animais, nos devemos organizar contra esta gente sem escrupulos, e todas as nossas queixas deviam ser remetidas aos Srs. Autárcas ( que brevemente entram em campanha eleiroral), nomeadamente António Costa e José Sá Fernandes (respectivamente Presidente da CML e vereador do Pelouro), uma vez que estes Srs. deveriam ser alertados para os actos BÀRBAROS(exercidos pelos funcionários) cometidos contra os animais.

Estupidos disse...

Neste caso concreto e não só, estes srs. autarcas estão informados.
Estive na Assembleia Municipal onde expus, sucintamente, este caso e disse claramente que a autarquia desvia dinheiro que (diz que) falta para atender a necessidades prementes dos munícipes (que frequentemente se dirigem à Assembleia Municipal) e usa-o (ao dinheiro) para manter aquele antro, que é o Canil, que só serve para maltratar os animais e que nem devia existir, PORQUE NÃO É NECESSÁRIO.
O Sr. António Costa estava lá e ouviu. Até fez questão de me ver bem a cara. Não vi José Sá Fernandes mas sei que está informado porque lhe enviei alguns emails sobre o assunto.
Não tive resposta de Sá Fernandes e quanto à Assembleia Municipal, ainda hei-de chegar à conclusão que a "resposta" da Câmara foi um email que me enviaram com um texto disparatado que nada tem que ver com o assunto e que parece a reprodução dum qualquer texto elaborado há anos, sobre o Canil e algumas denúncias (que circularam na NET)...
Também recebi o email acerca dos gatos do Castelo de S. Jorge, que enviei à Câmara (à DHURS) e me foi respondido. Esse email reproduzia uma carta enviada ao Presidente da Câmara. Se essa gente não faz o que se impõe e é de elementar civismo que se faça, não é por desconhecimento; é porque NÃO QUER FAZER.
Acho boa ideia que as pessoas que realmente se preocupam com os animais se associem, para fazer mais pressão sobre as instituições, porque É URGENTE resolver, de vez, estes problemas. Muitos animais que são sacrificados no Canil (que só tem "vocação" para isso mesmo) podiam e deviam ter oportunidade paara viver, se as coisas funcionassem com racionalidade. É um direito dos animais.
Um abraço!

Anónimo disse...

Oi, fiquei horrorizada com tudo o que você relatou! Isso choca qualquer ser digno. Não entendo como é que os governantes deixam esses animais aos cuidados de pessoas tão nojentas, imbecis e irracionais. Eu acredito muito num e-mail que recebi, onde dizia que são animais são anjos disfarçados a observar todas as atitude dos seres humanos! Tomara mesmo, pois é dessa forma que percebemos o quanto os humanos são irracionais, não conseguem enxergar que todo ser vivo merece respeito. Eu sou a Rô, e como disse um anônimo, realmente dá até medo de deixar o nome, pois, se eles são capazes de cometer uma covardia nojenta dessas com um animalzinho que só quer um pouco de carinho, imagina o que eles são capazes de fazer com uma pessoa.

Estupidos disse...


Eles fazem o mesmo com as pessoas e até pior. Eu tenho vivido e constatado isso a toda a hora através de histórias que ouço. Não podemos desistir de denunciar estas coisas nem de dizer o que pensamos porque~, caso contrário, a situação ainda vai piorar.
Essa gente não tem vergonha, nem dignidade, nem nada... A solução é arrajar maneira de serem afastados do poder, retirando o tapete aos políticos que são quem os protege.

Vilarinho disse...

Toda a gente saber que os funcionários do Canil Municipal de Lisboa andam aqui, pela net, em blogs como o FELINUS, à procura de colónias para ir lá buscar os animais e torturá-los no canil. O Campo de Extermínio da CMLisboa já não actua (só) por denúncia, por isso se pede QUE NÃO DIVULGUEM ONLINE LOCAIS DE COLÓNIA DE GATOS porque senão já sabem o que lhes acontece.

Vilarinho disse...

Toda a gente sabe que os funcionários do Canil Municipal de Lisboa andam aqui, na net, registados em sites como o FELINUS, à procura de locais com colónias de gatos para as atacar. POR FAVOR NÃO DIVULGUEM LOCAIS DE COLÓNIAS NA INTERNET.

Estupidos disse...

Vilarinho!
Alguns meses depois desta tragédia que relato, quando voltei lá acompanhando um senhor que procurava um gatinho preto, disseram-me que só apanhavam animais a pedido e com a presença da Polícia Municipal; ou seja: as queixas, para apanhar os animais teriam de ser feitas à Polícia, que depois chamava o canil.

Mas eu acredito que essa gente faça isso QUE DIZ e faça muito mais e PIOR.
Até acredito que estejam implicados no desaparecimento de animais usados para lutas de cães...
São capazes de tudo o que é mau e pérfido.

Anónimo disse...

Custa imenso ler as atrocidades que ainda fazem nos canis. Como defensora dos animais doí bastante a crueldade e falta de sentimentos desses funcionários. Acredita que a forma de agir é igual em todos os canis das grandes cidades, em V.Nova Gaia, posso dizer-te que o cenário é o mesmo... muita barbaridade que não nos deixa indiferentes.
Já assinei a petição contra esses monstros.

Anónimo disse...

Vi a sua história do seu gato cizento no Facebook e fiquei chocada!!! Lamento muito o que aconteceu :( não tenho palavras para o cenário macabro que viveu! e assinei a petição... pois se lhe aconteceu isto a si... imagino a quantidade de pessoas e animais com semelhantes histórias horriveis devido as estás pessoas frias e sem coração pelos seres vivos!

Estupidos disse...

Agradeço a informação de que a história está no facebook, porque eu desconhecia.
Isto aconteceu com o meu gato cinzento e acontece com muitos outros animais que por lá passam. O pior é que tudo acontece debaixo dos narizes de 2 associações de defesa dos animais que colaboram com o canil e com estas atrocidades e que foram informadas desta história mas nem se dignaram responder.
A assembleia Municipal aprovou, recentemente, um conjunto de medidas para o Canil, incluindo a suspensão da captura de animais, mas essas medidas não foram implementadas e as capturas continuam.
Quem não conheça o canil (os canis) nem faz ideia. Sempre que lá fui voltei destroçada com as imagens dos animais, na minha cabeça, a pedirem socorro sem que eu lhes pudesse valer... Não é descritível por palavras.
E tudo isto é gratuito, não se justifica, não temn razão de ser, NÃO É NECESSÁRIO, porque o problema pode ser resolvido de forma digna e civilizada, a custo zero para a edilidade. Já o disse aos responsáveis da própria Câmara, mas ninguém ligou... porque fazem isto por perfídia, embora usem outras desculpas.
É necessário fazer mais alguma coisa mas a primeiríssima responsabilidade é das associações que não fazem nada.
No entanto, muito em breve contactarei todas as pessoas que assinaram para lhes propor novas formas de intervenção. Acredito que alguma coisa poderemos fazer para "tirar o sono" a quem comete estes crimes, porque eles acham que o seu prestígio não é afectado visto as histórias não são divulgadas pelos meios de comunicação social.
Um abraço a todos e os meus agradecimentos.

KANE disse...

os funcionários do canil municipal de Lisboa são obviamente Covardes q não têm tomates para se meterem com alguém do tamanho deles, pois são muito bons contra quem não se pode defender.Lixo humano desse devería ser extinguido da face do planeta.Mas tinham q sofrer até ao último suspiro.Dava muito gosto ver esses porcos de funcionários a sofrer á minha frente

Estupidos disse...

O pior é chegarmos à conclusão de que, se eles não fossem assim, pérfidos, não seriam escolhidos para o lugar...

Anónimo disse...

n sei se é verdade ou mentira mas q em ALGUNS lugares os animais sao maltratados :/

Estupidos disse...

Anónimo!
Você não sabe se é verdade ou mentira?
Então imagine que se passava consigo (passou-se comigo isto tudo e mais o que relato em "As pessoas horríveis") e depois imagine, se puder, como se sentiria...
Tudo isto usando o nosso dinheiro, desviado das (negado às) necessidades essenciais da população, para manter os meios que permitem cometer estes crimes horrendos.
Claro que, para você perceber bem o que "a gente" sente, ainda teria de ter alguma ligação semelhante com algum animal destes: conviver com ele, conhecê-lo, percebê-lo, etc. Pouicas pessoas se disponibilizam para isso. A maioria das pessoas nem se "disponibilizam" para conhecer as outras pessoas, quanto mais os animais...
Entenda que, quando alguém vem aqui pôr em causa a veracidade dum relato que, a "nosso" ver, fala por si... a gente fica duvidando é desse alguém. Temos esse direito não é?

Carina disse...

Eu sei que já foi há um ano, mas conseguiu encontrar alguma coisa que a ajudasse a encontrar o seu gato maravilha?
(Já agora acho isso uma enorme estupidez, o que lhe fizeram, nao têm escrupulos.) Espero que lhe corra tudo bem
Cumprimentos,
Já agora sabe de algum canil onde aceitem voluntários?

Estupidos disse...

O meu gatinho maravilha foi assassinado no Canil. Morreu, lá, no dia 30 de Dezembro de 2008. Por isso o procurei durante cerca de mês e meio e não consegui encontrá-lo...
Eu encontro SEMPRE os meus gatos, como aconteceu agora com a gatinha preta que fui recuperar ao Vale do Forno, 15 dias depois de lhe terem rebocado a carinha com as crias dentro e 6 dias depois de ela ter abandonado o parque de abandonados, com as 3 crias que lhe restavam.
toda a gente dizia que desistisse, que esquecesse a gatinha e as crias, mas eu recuperei-os, todos: gatinha e crias. Os que são assassinados brutalmente como o meu gatinho maravilha é que não posso recuperar.
Encontra uma parte da história, absurda, da gatinha preta, clicando no título deste blogue e lendo os 2 últimos textos. Como vê essa gente não pára.
Acho que o Canil aceita voluntários, mas eu considero isso um disparate: colaborar com gente assim que tanto mal faz aos animais e às pessoas.
Há muitos animais, por aí, a necessitarem de cuidados e de protecção, de quem lute por eles, CONTRA OS CANIS. A vida é sua, você faz o que bem entender, mas fazer voluntariado a colaborar com escroques, com criminosos... Pode ser que fique bem no curriculo, mas garanto que fica muito mal (na foto).

Anónimo disse...

ola!pessoa querida,estava procurando um remedio para cura da sarna de uma cahorrinha que apareceu por aqui[jogaram na rua ]e nos a recolhemos estamos tratando ate acharmos um lar para ela pois tenho atualmente 5 cachorros e nao posso ficar com mais,entao enconteri o teu blog,sei que ja se passaram alguns anos,mas DEUS te abençoe na tua luta por justiça,em favor do teu gatinho maravilha que tanto te alegrou,mas com a mais absoluta certeza estara te esperando quando deixares o plano terreno,ao passo que seres abjetos como os que torturaram teu amado gatinho e tantos outros indefesos animais o fim deles e terrivel ja começam a pagar por seus crimes aqui na terra mesmo.moro no BRASIL,NA CIDADE DE FAZENDA RIO GRANDE,NO ESTADO DO PARANA.tambem luto pelos direitos dos animais,sou voluntaria em ongs,meu email e mafsilva.8@hotmail.com.um imenso abraço para voce.fica com DEUS. MARIA DE FATIMA.

Estupidos disse...

Olá Maria de Fátima!
Obrigada pelo apoio e bem hajas por cuidar dos animais.
Para sarna de cachorro o remédio caseiro que se usa e resulta (dizem) é fazer uma pasta com enxofre e passar nos locais afectados. A receita encontra-se no Blog "REMÉDIOS CASEIROS" num comentário.
Porém, se o enxofre resolve, o alho também resolve... fazer um preparado com alho e azeite (ou óleo, um qualquer) e aplicar deve ter o mesmo efeito...
Também se pode juntar um pouco de alho na comida dos bichos... segundo um livro que comprei recentemente.
Um abraço grande daqui de Lisboa, que continua a ser um verdadeiro inferno para os animais e para as pessoas que se preocupam com eles.
Ah! E apesar de já se ter passado algum tempo (anos) a petição continua activa... Tenciono, um dia destes, confrontar e Câmara (perfeitura) com essa petição e com as exigências, a juntar a outras exigências que tÊm sido feitas. Portantoi, quanto mais assinaturas tiver melhor.
Um nuito obrigada, mais uma vez.

Débora disse...

Bem eu nem tenho palavras que sejam capazes de descrever tamanha crueldade, isto envergonha-me enquanto ex-funcionária de cani8l e como dona de animal de estimação também. Estou chocada, horroizada, só de pensar que podiam fazer o mesmo com o meu querido cão quase que me veem as lragimas aos olhos. eu já tinha conhecimento de trafico de animais que fazem as mesma coisas horrendas ou secalhar piores, mas vindo de um CANIL, ainda por cima um CANIL MUNICIPAL, em LISBOA, onde até a PRISÃO é considerada das melhores em todo o pais, ONDE TEM EQUIPA MÉDICA DE PRIMEIRA!!!! Dá-me vontade de vomitar, e vergonha de dizer que aguma vez trabalhei num canil, privado, mas um canil na mesma, onde fazia questão de entrar as 8h da manha e sair se fosse preciso quase á noite, só para garantir de que não faltava nada aos animais. Essa gente mete-me nojo.
Ainda vou dizer mais, o castigo DESSA GENTE, só para não dizer outra coisa, não deveria ser a prisão, onde eles estão com o treaseiro sentado na cela sem fazer nenhum,mas sim exatamente o mesmo tratamento que fazem a cada um dos pobres animais que ficam aos seus cuidados, ai sim, eu queria ver se tiriam realmente coragem de fazer de novo.

Biranta disse...

Os conceitos dominantes em relação aos animais é que têm de mudar urgentemente. Aquele Canil é um antro de malvadez. Mas isso é do nosso ponto de vista. A sensação que eu tenho é que, neste como em muitos outros locais, se aquelas pessoas fossem humanas e respeitassem, minimamente que fosse, os animais, não teriam sido seleccionadas para ali.
Os responsáveis das Estruturas vão tentando "mostrar" que as coisas mudam mas não mexem no essencial: o tipo de responsáveis que colocam á frente daquilo.
Numa das vezes que fui ao Canil (por causa da gatinha Preta e das suas crias), um veterinário perguntou-me se a cria era minha, respondi que era da gatinha que eu alimentava e que queria as crias para encaminhar para adopção. Respondeu-me: "vamos escrever que a cria é da senhora para poder levá-la, porque nós não podemos perder o emprego". Na mesma altura, por causa doutra das mesmas crias, falei com uma veterinária, que me desconsiderou e com quem "me peguei de razões" e disse-lhe umas verdades. Começou a desconversar dizendo: "nós somos muito maus". Respondi-lhe que aqueles animais da sala dos gatos eram bichos que estavam a ser maltratados e que estavam em sofrimento. Respondeu-me: Não têm comida...
Um que tem de manter o emprego; a outra que acha que os animais podem estar fechadas numa gaiola de 1 metro quadrado, desde que tenham comida, logo se vê que é tudo "boa gente" e muito sensível, com enorme respeito pelos animais... Nem o mínimo têm. E parece que ao nível das chefias ainda é pior, dizem.
Os responsáveis camarários fingem estar preocupados e ouvir as reclamações, mudam umas coisinhas, ensaiam umas medidas demagógicas (para ficar tudo na mesma), mas não mudam nem mexem no essencial.
Por isso digo que os conceitos dominantes dos responsáveis das estruturas e não só (os das religiões que mais comuns entre nós, por exemplo) é que têm de mudar radicalmente. Ou os responsáveis devem ser corridos TODOS...
Bem haja por tratar bem os animais. Volte sempre!