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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Agressão Policial no Elevador do Tribunal

Artigo Publicado em SOCIOCRACIA

Detida Para Ir a Tribunal e AGREDIDA pela Polícia.









Nas Fotos acima estão ALGUMAS das marcas bem visíveis da agressão.


Na segunda feira, dia 20/07/2009, cerca das 10H00 da manhã, fui detida por 2 agentes da PSP, que se apresentaram como sendo da Esquadra de Benfica, em cumprimento dum mandato que só me foi entregue mais tarde, naquela esquadra.
Esse mandato foi emitido pela Juíza Marta Maria Gonçalves da Rocha, do 5º Juízo Criminal de Lisboa, sito no Campus da Justiça, na Expo.
“Manda”, esta juíza, “que seja detida e presente a este Tribunal, a pessoa abaixo indicada” (eu).
O mandato especifica ainda:
Tal detenção prolongar-se-á pelo período de tempo estritamente indispensável e que não poderá exceder as 24 horas, para assegurar a sua comparência neste Tribunal, no dia 21-07-2009 às 10H00, a fim de ser ouvida em audiência de julgamento...”
Fui detida à porta do prédio, com roupa que só visto em casa e logo fui impedida de entrar, sequer, para mudar de roupa.
No meio de algumas provocações e insultos, sempre alvo de tratamento incorrecto e gratuitamente arrogante como é apanágio desse tipo de gente SELECCIONADA para estas profissões, fui conduzida à esquadra de Benfica onde foram preenchidos alguns papéis e dali levaram-me para a enxovia do Governo Civil de Lisboa.
Vi-me privada de sabão para lavar as mãos, de toalha para as limpar, de meios que permitissem, sequer, lavar os pés, de papel higiénico, de escova e pasta de dentes, etc. Até estava impedida de tirar qualquer peça de roupa porque a porta da cela é de grades e, embora aquela seja uma ala de mulheres, estavam constantemente a passar homens. Aliás foi um corropio de homens (de memória conto 6 homens) de serviço àquela cela e até a entrar e a sair a qualquer hora, apesar de todas as outras celas estarem vazias e de haver uma mulher guarda, ao serviço.
No final desse dia, 20/07/2009, vi ser atirada para dentro da mesma cela uma jovem (a Rute), banhada em lágrimas, visivelmente alterada e desesperada, EM RESSACA, que ali ia pernoitar para ser apresentada em Tribunal, no dia seguinte, às 10 da manhã... Devido à ressaca a Rute não parava quieta, batia com a porta e pedia, desesperada, metadona ou qualquer coisa para aliviar. Para substituir pedia cigarros, fumou vários cigarros, e eu sou alérgica ao fumo do tabaco.
Estranhei que a pusessem naquela cela porque, como já referi, todas as outras celas estavam vazias. Depois percebi:
A Rute cumpriu quase 6 anos de prisão duma pena de 8 anos, por agressão com objecto contundente. Aquela gente estava à espera de que a Rute, no seu desespero da ressaca, perdesse o controlo e me agredisse. Teria sido uma noite feliz para eles: lixavam a Rute e eu teria a agressão que me premeditaram.
Não foi assim; a Rute é uma jóia de rapariga, apanhada na engrenagem maldita da delinquência, iniciada por mero acidente...
No dia 21/07/2009, antes das 08H30, ouvi a mulher guarda dizer: “mas são duas mulheres!” em tom que parecia ser de objecção. Logo a seguir entrou um homem pela cela dentro, homem que me pareceu ser o graduado de serviço. Veio mandar que dobrássemos os cobertores e lhos entregássemos porque iamos embora dali a pouco. Quando a Rute perguntou as horas respondeu que eram 8 e vinte e... "ainda falta", disse. Foi o 3º homem que entrou naquela cela, nessa manhã.
Passados poucos minutos veio a guarda dizer-me que saísse. À minha espera tinha 2 gorilas à paisana. Um deles era um dos que me tinham levado para lá no dia anterior e tinha assinado todos os papéis. O outro não sei quem era e quando pedi a sua identidade foi-me recusada.
Esses dois energúmenos ao serviço da Polícia levaram-me de carro, num carro civl e sem identificação, até ao Campus da Justiça, na Expo, onde funciona o 5º Juízo criminal.
Primeiro conduziram-me à esquadra da Polícia onde não cheguei a entrar. Depois, esses mesmos levaram-me até à Secretaria da 1ª Secção do 5º Juízo Criminal onde falaram demoradamente com a escrivâ (Paula Maria Soares?).
A seguir, sem qualquer explicação, agrediram-me arrastaram-me para dentro do elevador apenas porque eu quis saber porque motivo me lavavam novamente, se era ali que eu devia ser apresentada. No elevador entrou também o segurança de serviço naquele piso, para garantir que mais ninguém entrava naquele elevador.
Logo que me apanharam dentro do elevador, um dos gorilas começou a espancar-me, ao mesmo tempo que se excitava e se satisfazia sexualmente e enquanto o outro me segurava mangoando e assistindo à cena porca e vergonhosa.
Eu gritei que me estavam a bater e o escroque que me espancou troçava dizendo: “bater o quê, qual bater”, por entre as exclamações de “Amén” e outras expressões que lhe vinham com o orgasmo.


Quando o elevador chegou à cave onde se situa a esquadra, levaram-me para uma cela e eu perguntei pelo chefe. O chefe andava por ali e eu dissse-lhe que queria a identificação do bandido que me agrediu. Não disse nada, afastaram-se todos para “conferenciar” e, logo a seguir aparece esse mesmo chefe que abriu a cela e perguntou para outro, disfarçando: “É para ir para cima, não é? Já chamaram?” O outro nem bem respondeu e ele, o chefe Rogério (Coluna?), agarrou-me pelas roupas com violência, de forma a magoar o mais possível a arrastou-me andando mais depressa do que eu podia andar, até ao elevador. Mas o elevador onde tinha subido e descido antes não lhe serviu, não lhe agradou; e por isso continuou a arrastar-me pelas escandas fazendo-me subir um lance, entrar por uma porta para um átrio cheio de gente, passando por um porteiro, e apanhar o elevador no rés-do-chão, ao mesmo tempo que ME exibia e se exibia para me humilhar e aterrorizar quem visse, para aterorizar quem viu.
Entretanto ia fazendo “Show” empurrando-me e batendo-me na cabeça para que eu não lhe visse bem a placa que tinha ao peito, com o nome, enquanto dizia para “a Plateia”: - “Vira para lá! É em frente! Não vai à juíza por quê? Não vai à juíza por quê?”
O elevador voltou a subir até ao 5º juízo, este escroque exibiu-me com as marcas bem visíveis da agressão à escrivâ (Paula Maria Soares?), perguntou se tinham chamada e, perante a resposta negativa, voltou a arrastar-me para o elevador, para descer, com o mesmo aparato e com os mesmos modos abjectos, voltando a exibir-me para quem estava no rés-do chão. Voltou a fechar-me na cela sempre agredindo e puxando pela roupa de modo a magoar o pescoço que ficou com as marcas.

Passados mais uns quantos minutos, já depois das 10 Horas e portanto com o prazo de prisão ultrapassado, abriram a cela, colocaram-me algemas, o chefe Rogério aproveitou para me dar mais alguns encontrões e fui, pelo meu pé, para a sala de audiências acompanhada por 3 polícias daquela esquadra.

É óbvio que as 2 subidas e descidas anteriores foram formas de violência gratuíta, propositada e desnecessária, que serviram apenas para me molestar e maltratar, para terem oportunidade de me espancar, para violar todos os meus direitos, porque tinham instruções para actuar assim mas também porque esses vermes são mesmo assim: não é possível esperar outra coisa nem comportamentos mais dignos desse tipo de gente. A culpa é de quem os escolhe, os investe das funções que não sabem exercer e lhes garante impunidade para todos os crimes que cometem.

“Isto” são “agentes da autoridade” a quem as leis, feitas por políticos tão bandidos como eles, impõem ao cidadão “obediência” e a quem esses mesmos políticos garantem impunidade para prarticarem todos e quaisquer crimes. E são uma amostra que representa bem o que há por lá. Nem outra coisa seria possível: se estes não fossem a regra mas a excepção, já teriam sido punidos e corridos há muito tempo.
Tenho 60 anos e sou mulher. Imaginem o que não seria se o meu filho, que já estava a telefonar para me localizar, tivesse ido me buscar e me visse naquele estado com o polícia agressor por perto. Os polícias são os piores criminosos! Isto é um descalabro total.

Entrei na sala de audiências ALGEMADA e com as marcas da agressão bem visíveis . Naquela sala estavam 4 advogados, a escrivâ já referida (Paula Maria Soares?), a juíza autora do mandato de detenção e um MAGISTRADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO, para além de cerca de 10 testemunhas.
Tanta gente com responsabilidades mas ninguém fez uma exclamação, referiu o facto, lavrou um protesto, enfim: tomou as providências que se impunham.

Mais grave, enquanto os polícias me espancavam gritei o mais que pude (no átrio do 5º Juízo e no elevador do Tribunal) tendo sido escutada e vista por muitas pessoas. Quantos magistrados do Ministério Público, quantos Juízes e advogados ouviram e viram fazendo vista grossa? Essa gente sabe o que é crime e também sabe que tem o dever de prestar socorro em tais circunstâncias... Ninguém mexeu uma palha, ninguém interpelou os polícias, NADA...

Os cidadãos não era espectável que interviessem, até por estarem num local daqueles com tanta gente com responsabilidades e conhecimentos, com obrigação de actuar; mas os profissionais da Justiça revelaram bem o que são e o conceito que têm de justiça, a forma como "cumprem" as suas obrigações legais...
Conclusão: estão todos implicados, são todos cúmplices; isto é a justiça PÉRFIDA E MALÉVOLA que temos.

A juíza ainda gozou, quando eu disse que não estava em condições de estar de pé, dizendo que me achava em muito boas condições... Os juízes são outros a quem o cidadão, por lei, deve obediência e respeito; até pode ser preso para “respeitar”; outros que podem fazer tudo e que, por isso, cometem todos os crimes, até crimes inimagináveis como neste caso.
A juíza foi mais longe: ameaçou que me mandava para a prisão logo dali quando eu disse que não podia estar de pé. Mandava-me para a prisão porque o sr. Magistrado do Ministério Público CERTAMENTE requereria... Pelo meio foi dizendo, como provocação certamente, que eu estava ali para exercer o direito de ser ouvida porque "nós aqui respeitamos os seus direitos", disse olhando para mim e vendo-me naquele estado, COM AS MARCAS DA AGRESSÃO BEM VISÍVEIS. Fartou-se de gozar, a juíza Marta Maria Gonçalves da Rocha...

E depois, quando eu expliquei os meus motivos de indignação que motivaram a denúncia dos actos torpes de José Maria Martins e que são os fundamentos daquele processo, respondeu que eu iria ver que a liberdade de expressão tem limites.

Assim a juíza afirmou, claramente que, por um lado, o Ministério Público faz o que ela manda e, por outro lado, a sentença já estava “cozinhada”; não importava o que eu dissesse..


Vivi uma situação caricata e surreal, COMO É NORMAL NOS NOSSOS TRIBUNAIS: para exercer o meu direito de ser ouvida mandaram-me prender... e humilhar, e ultrajar, e agredir e molestar. Prefiro não ter o “direito” de ser ouvida. Para quê? Para dizer o que estava dito e escrito e para sancionar, com a minha presença (ao menos foi forçada e não voluntária) aquela palhaçada em que a sentença está ditada à partida e os julgamentos servem só para esbanjar o nosso dinheiro, para desperdiçar MUITOS meios e para molestar as pessoas?


Disse a Juíza que “A liberdade de expressão tem limites (é assim uma espécie de “Liberdade” amordaçada... pelos juízes)... E quem melhor do que juízes assim com comportamentos destes para definir os limites das nossas liberdades?
O melhor é o cidadão, logo que se levanta, consultar um juíz para saber o que pode fazer e dizer nesse dia, no âmbito da “Sua” Liberdade individual. Indignação? O que é isso? Ninguém tem o direito de se indignar com nada. Os patifes podem fazer tudo às claras e o cidadão tem de “comer e calar”., são os juízes que decidem e pronto.

Enquanto estive naquela sala de audiências estiveram também 3 polícias... a audiência decorreu com apresença de 3 polícias; isto porque eu estava detida, despojada até dos meus pertences que estavam na esquadra. Saí da sala de audiências acompanhada pelos polícias e permaneci detida até depois das 11 horas da manhã, ultrapassando largamente o prazo máximo de prisão especificado no mandato... É só mais uma violação das leis e regras especificadas no Mandato elaborado pela escrivã Paula Maria Soares e assinado pela Juíza Marta Maria Gonçalves da Rocha. Este tipo de gente é assim mesmo: têm de violar as leis para se sentirem alguém, para testarem a sua impunidade, para afirmarem claramente que as leis não se lhes aplicam, que nãoi têm de cumprir leis por que eles são "a lei" (da selva).


Estamos a viver, realmente, a mais cruel das tiranias.


O resto eu conto noutra altura.
Apenas referir que é um Processo que tem que ver com o PROCESSO CASA PIA, que o “queixoso” é José Maria Martins que não gostou de ter sido denunciado à ordem dos Advogados. É o Processo nº 13158/04.OTDLSB.


Campanha:

Assine a Petição Para Valoração da Abstenção



Isto tem de mudar, definitivamente. A nossa liberdade e a democracia não podem continuar sequestradas por gente desta e à mercê destes crimes ignóbeis.

TEXTO PUBLICADO EM:

-- PAPALVOS

-- Sol - Blogues

-- REMÉDIOS CASEIROS

-- Poemas e Pensamentos ao Acaso

- O Arquivo

APELO!

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Petição Para Valoração da Abstenção

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Denúncia de Agressão Policial

Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

segunda-feira, 6 de julho de 2009

José Sá Fernandes Anda a Enganar Meio Mundo!

Transcrevo, a seguir, um email que enviei ao Sr. Vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. José Sá Fernandes
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Transcrição:
Exmo Senhor Vereador José Sá Fernandes

A história relatada abaixo QUE EU VIVI, já foi enviada a várias estruturas da CML, há algum tempo, e até já teve uma resposta INFAME, mentirosa, provocatória e arrivista (como não podia deixar de ser), da DHURS.

O assunto também foi referido, em intervenção do Público, na Última sessão da Assembleia Municipal de Lisboa, onde tentei demonstrar que a Edilidade tem as prioridades invertidas: recusa, aos munícipes em aflição, os recursos necessários para resolver os seus problemas, alguns deles bem prementes, de partir o coração (de quem o tem, que não é o vosso caso), ao mesmo tempo que disponibiliza todos os meios e mais alguns para sustentar os funcionários, criminosos, do Canil e para lhes permitir que cometam os seus crimes IMPUNEMENTE.
Ou seja: A prioridade absoluta de Edilidade é O CRIME: para os crimes e criminosos a Edilidade tem tudo; para as necessidades e carências dos munícipes, Não há meios...

Estou a enviar-lhe este texto e peço que leia com atenção, porque este caso escabroso demonstra que V. Exa. anda a enganar meio mundo (o outro meio já não acredita) tentanto fazer acreditar que é uma pessoa íntegra e idónea, lutador intransigente contra a corrupção e porque quero ter a certeza de que é informado dos motivos que me levarão a desmascará-lo tanto quanto me for possível. Se depender de mim, V. Exa. não voltará a ser eleito seja para que cargo for.

De facto, é elementar concluir que um caso escabroso como este não teria sido possível se os funcionários dos serviços que estão sob a sua alçada ACREDITASSEM que V. Exa. é a pessoa impoluta e idónea que exibe ser, que pretende fazer crer que é. Nenhum funcionário "seu" correria o risco de se haver com o seu rigor e rectidão se ELES acreditassem em si. A julgar pela resposta que recebi da DHURS, eles têm razão e, por isso, têm garantida impunidade, apesar de crime tão escabroso e pérfido, gratuito.

A verdade não é uma coisa ininteligível, a não ser para patifes e mentirosos compulsivos, que não podem distinguir o certo do errado por causa do efeito desastroso que teria na sua auto-estima. Neste caso a verdade é fácil de apurar. Defícil foi para mim, sem apoios ou ajuda de quem de direito e vítima de toda a espécie de mentiras (em que eu acreditava porque sou uma pessoa íntegra); e mesmo assim consegui descobrir o que se passou. Qualquer outra pessoa ou entidade pode também verificar e constatar a verdade do que afirmo; só não o faz se NÃO QUISER...

Desde o dia 05 de Fevereiro último (quando descobri, finalmente, a horrorosa realidade) que me atormenta a pergunta: "Como foi possível semelhante monstruosidade? Como foi possível o meu gatinho maravilha ser vítima de tão horrendo crime?".
A resposta passa, ÓBVIAMENTE, pela SUA desonestidade e falsidade, também e acima de tudo.

Farei tudo o que estiver ao meu alcance para que V. Exa. lamente, PARA O RESTO DA SUA VIDA, que a sua falsidade e vigarice para com os cidadãos deste país e desta cidade tenham tornado este caso possível e que o MEU GATO tenha sido escolhido como vítima por aqueles mafiosos malditos que o roubaram e o entregaram ao Canil. Até porque, não tenhamos ilusões: Quem faz isto com um pobre animal indefeso, molestando, desta maneira infame, as pessoas envolvidas, faz o mesmo com qualquer pessoa ou criança (os carenciados são apenas um exemplo comum), incluindo crimes violentos da mesma natureza. A diferença é que, quando se trata de crimes violentos atingindo pessoas ou crianças, usam-se maiores cautelas; mas um gato? Pode-se muito bem assassinar às claras (e assumir) porque não há problemas: ninguém liga importância; a lei nem sequer pune, como crime, estes crimes...

Depois da resposta que recebi da DHURS, já recebi outros emails a relatar e referir aquela situação escabrosa e criminosa que se vive permanentemente no Canil Municipal de Lisboa.
Aquele antro de perfídia, realmente, não serve, nem pode servir para mais nada senão para molestar, criminosamente e gratuitamente, os pobres animais indefesos.
Aquele antro (O Canil Municipal de Lisboa) é uma aberração, desde logo ao nível da concepção, mas não precisava de empregar uma súcia de bandidos para molestar ainda mais os animais, torturando, permanentemente, as pessoas que se preocupam, que são muitas (e poucas que fossem: são elas que têm razão).
Fim de transcrição.

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A explicação para este "comportamento" dúbio, do Dr. José Sá Fernandes talvez se perceba melhor lendo este texto e tendo em conta o seu passado...

APELO!
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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Gato Cinzento Assassinado no Canil. As Pessoas




“Gatinho maravilha” (gato cinzento) assassinado no Canil de Lisboa – As Pessoas Horríveis!

Este relato é a outra parte desta história de Horror e destina-se a identificar os promotores do crime que vitimou o meu gatinho, sacrificado com a intenção de me atingir e “ME DAR UMA LIÇÃO”, me punir por tratar bem estes animais.
Por favor, dê um pouco de atenção e reenvie a todos os seus contactos.

“O meu gatinho maravilha, o meu gatinho cinzento, tornava o Mundo mais bonito, mais calmo, melhor, mais harmonioso; quer quando ficava deitado no tapete, quer quando me acompanhava na Rua tal e qual como um cachorro, quer quando me saía ao caminho, chamando, pedindo carinho, atenção e comidinha. Mas HÁ PESSOAS HORRÍVEIS que não vêem a beleza do Mundo, não têm beleza interior, não toleram as coisas e os seres belos; e muito menos admitem que os outros disfrutem dum Mundo melhor.
O Mundo, para essas pessoas, tem de ser pérfido e tenebroso como é o seu próprio psiquismo. Acham-se donos do Mundo e de tudo, inclusive dos outros e, por isso, acham que podem cometer toda a espécie de crimes (e cometem). Foi assim que o meu gatinho maravilha "se foi" num cenário de verdadeiro horror, vítima dum crime monstruoso e arrepiante.

Há que fazer alguma coisa para que "ISTO" MUDE."








.../...

“A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados”.
MAHATMA GANDHI



.../...

A frase citada acima costuma ser usada para ilustrar o estado de barbárie em que as nossas sociedades (ainda) se encontram. Aqui pretende-se que ilustre, também, o estado de primarismo e de degradação moral dalgumas pessoas.




AS “PESSOAS HORRÍVEIS”

No dia 22 de Dezembro de 2008, cerca das 22H30 saí ao patamar da entrada. O meu gatinho maravilha estava deitado no meu tapete, muito calmamente. No patamar, uma senhora que fazia parte da administração conversava com outra moradora acerca do meu gato, dizendo que nunca tinha reparado nele e que reparara “agora” porque lhe bateram à porta para "reclamar" da presença do gato.
Identifiquei a questão porque a pessoa que reclamara, a "reclamante", me abordara havia algum tempo (várias semanas) com conversa e argumentos (falaciosos) semelhantes (que eu rebati). Identifiquei a pessoa mas, na altura, não sabia o seu nome nem sequer em que andar morava... e também não perguntei porque não pensei que iria necessitar.
O MEU GATINHO MARAVILHA desapareceu nessa mesma noite (de 22 para 23 de Dezembro de 2008), POR VOLTA DA UMA DA MADRUGADA.
A minha primeira reacção ao seu desaparecimento foi relacionar os dois factos e concluir que tivesse sido levado a mando dessa mulher, dessa louca, embora me parecesse demasiado infame para ser verdade. Depois conversei com outros vizinhos que acharam que seria demasiado monstruoso, que não parecia pessoa capaz de fazer tal coisa, e afastei (suspendi) essa suspeita, até porque não a conhecia e por isso confiei em quem a poderia conhecer melhor (pensava eu e essas pessoas também).

Nessa noite, de 22 para 23 de Dezembro, ouvi o barulho da azáfama para apanhar o meu gato, mas antes da azáfama ouvi o trinco da porta ser accionado por alguém que marcou o respectivo código, indicando que se tratava de moradores, de alguém a entrar, como, de facto, alguém entrou pouco depois. Como não me passava pela cabeça que houvesse gente cínica e pérfida a ponto de praticar acto tão infame, PARA COM OS VIZINHOS, não fui ver o que se passava, até para não ser indiscreta. Além disso, como pensei que ninguém entraria com o gato para casa, continuei a não relacionar os dois factos: desaparecimento do gato e barulhos que ouvi, nem mesmo depois de constatar o desaparecimento. Só muito mais tarde e depois de ter sabido muitas outras coisas compreendi o que se passou.
Ouvi o barulho e vozes nítidas; por exemplo um: "Olha! Olha....!" mas não percebi quem era porque conhecia mal as pessoas e não ligava, não reparava. Só depois desta tragédia é que passei a reparar em tudo e em todos, às vezes desconfiando de tudo e de todos, para tentar perceber quem era quem e quem poderia estar implicado.

Os dias foram passando e o gato cinzento, o meu gatinho maravilha, não apareceu, apesar dos meus esforços e das minhas buscas.
Algumas pessoas mais avisadas quanto à perfídia de gente assim, QUE ROUBA OS ANIMAIS DE COMPANHIA DOS VIZINHOS, foram-me dizendo que o dasapecimento só podia ter sido "obra" da "reclamante" e que, o mais provável era que o meu gato tivesse sido morto, porque é isso que esses monstros fazem, habitualmente, em casos semelhantes.
Todas as pessoas com um mínimo de humanidade percebem o que foi a minha angústia desses dias, durante várias semanas, até descobrir o que realmente acontecera e a angústia se transformar em desespero, revolta, indignação... que é como me sinto ainda hoje.

Como relatei anteriormente, estive com ele no Canil mas, como ele morreu (foi assassinado à fome) frustrando as minhas expectativas de o resgatar passados os oito dias de permanência obrigatória, preferi "aceditar" (embora duvidando) que aquele não era o meu gato, até porque me parecia inverosímel ter sido roubado e ter sido entregue no Canil.
Há sempre bandidos que ainda conseguem nos surpreender pela perfídia, arrogância e arrivismo dos seus crimes e eles contam com isso, com o facto de os seus crimes parecerem inverosímeis, para EXIGIREM impunidade.
Esta história é um amontoado de actos pérfidos e infames, inimagináveis (pelo menos pelas pessoas de bem), e isso facilitou a tarefa de todos esses criminosos malditos.

O gato preto que tenho comigo, irmão do gato cinzento, depois do desaparecimento, passava muito tempo deitado no tapete, à espera que o irmão viesse.
Na noite de sábado para domingo a seguir ao Ano Novo, respectivamente dias 03 e 04 de Janeiro de 2009, o gato preto quiz ficar no tapete até tarde da noite. Já passava da uma da madrugada, ouvi saírem pessoas do elevador e conversarem no átrio da entrada.
Ouvi um miúdo dizer: "Olha! O gato".
Espreitei pelo óculo da porta e vi a mulher que acompanhava o miúdo, inclinada e com a mão estendida para o gato preto.
Abri a porta e disse: “boa noite!”. Ninguém me respondeu!
A mulher baixou ainda mais a cabeça para que eu não lhe visse a cara e virou-se naquela posição ridícula, enquanto o pequeno "aprendiz de patife", que estava com ela, olhava para mim fixamente e de forma provocatória, com o mesmo ar com que olharam, ele e o homem que os acompanhava, quando entraram no prédio, ao princípio da noite.
Ante o meu espanto por atitudes tão estranhas, sairam do prédio ambos, rapidamente, enquanto ela resmungava qualquer coisa sobre “deixar os gatos…”.
Nessa noite só consegui dormir um pouco, muito depois da 4 da madrugada, para acordar cerca de 2 horas e meia depois, tal foi o estado em que fiquei quando percebi o significado daquela cena.
O miúdo, a aprendiz de patife, tinha entrado ao princípio da noite com pessoas da família que mora no 6º Esq, a família da "reclamante" referida acima, e com o tal homem que eu não sabia bem quem era. Desta cena, concluí, erradamente, que o desaparecimento teria sido obra dessa família que teria instigado esta bandida a roubar o meu gato e a fazê-lo desaparecer. Mas não, o desaparecimento foi obra daquela família sim, mas não através da tal mulher, como acabei por descobrir muito tempo depois
É difícil imaginar que tipo de gente pérfida e malvada pode praticar semelhantes patifarias.
Não tenhamos ilusões! Quem pratica acto tão infame, assim à traição, com um animal indefeso, dócil e meigo, civilizado e bonito como o gato cinzento, é capaz de qualquer patifaria para com qualquer outro ser indefeso, INCLUINDO PESSOAS E CRIANÇAS.
Depois de muito penar e “procurar” vim a saber que, afinal, a megera louca maldita, a reclamante, não encomendou o rapto a ninguém: praticou-o ela mesma, com a ajuda doutros familiares.
Vim a saber que essa bandida, que se chama Ana Cristina Batalha Caetano, vinha a entrar, na noite de 22 para 23 de Dezembro de 2008, já depois da uma da madrugada, regressando do Hospital (segundo as suas palavras) aonde acompanhara a mãe que tinha um problema na vista.
O gato cinzento pretendeu aproveitar a boleia, aproveitar que abrissem a porta para entrar, como fazia habitualmente, na mesma altura em que essa família de monstros chegava.
A bandida aproveitou-se disso para o apanhar com a ajuda doutros familiares, nomeadamente do irmão, Pedro Miguel Cupertino de Almeida Caetano e, provavelmente, do marido.
A mãe, pessoa perturbada segundo diz a filha, vinha do Hospital, mas não estava tão vesga, nem tão louca, que não fosse capaz de presenciar, esperar e, quiçá, participar na consumação da ignominiosa patifaria.

No dia 23 de Dezembro de 2008, por volta das 17 horas, a megera louca maldita "gabou-se" do feito, no cabeleireiro, aonde foi arranjar o cabelo preparando-se para festejar o Natal, que me roubou, atormentando-me com o desaparecimento do meu gato. Gabou-se em estado de grande euforia, como é próprio de gente tão vil, enquanto me ouvia, cá fora, a comentar o facto de o meu gato não ter aparecido nesse dia.
Mas como o cinismo é regra em gente desta natureza, ninguém do cabeleireiro me disse, na altura, quando ainda era possível salvar o meu gato e ainda se armavam do mais pérfido cinismo para me perguntar notícias do gato, apesar de saberem, e me esconderem, o que lhe tinha acontecido. Só descobri muito mais tarde, quando já não havia nada a fazer... Essas pessoas procedem assim porque acham que "é bom para o negócio" e porque acham que podem e devem ajudar a pisar gente decente... Hei-de conseguir lhes provar que estão redondamente enganadas...
Depois o meu gatinho maravilha aparece no Canil. Falta-me apurar quem o levou (se o irmão se o marido da Ana Cristina), quem o entregou no Canil e a que título, qual a ligação entre estes gansgsters e os outros bandidos da Câmara Municipal e do Canil.
Também não sei a que horas foi entregue nem onde terá estado entretanto, porque tudo o que diz a respectiva ficha do Canil pode ser MENTIRA. Mas vou saber isso tudo, tal como consegui saber tudo o que aqui está escrito, partindo do nada; basta não desistir!
Há outra coisa que me chateia deveras na atitude da megera maldita, da Ana Caetano: os anteriores proprietários desta casa tinham gatos que iam à rua e andavam na entrada. A megera deve ter-me achado com cara de parva para pensar que ia conseguir me impor os seus critérios de louca e os seus “gostos”. Como não foi tão fácil como ela imaginara, "avisou-me", segundo as suas palavras e, de seguida, decidiu roubar o gato para me "dar uma lição". Um acto de puro gangsterismo!
Mas eu não recebo "lições" de bandidos, de gangsters, nem tolero "ensinadelas" desse tipo de gente!

O gato cinzento não se deixava tocar facilmente por desconhecidos. Depois do acidente do irmão e ao ver a forma como o tratei (ao irmão), transformou-se num amigão, dócil e meigo que me acompanhava na rua tal e qual um cachorro. Visitava-me em busca de mimos, de atenção e de protecção e era dócil para com quem saía e entrava no prédio por causa da confiança que tinha em mim e para que o deixassem entrar. Foi aproveitando-se disso que conseguiram apanhá-lo, Á TRAIÇÃO; traição que eu NUNCA perdoarei.
Só gente muito vil, como a megera, teria coragem para praticar semelhante patifaria sobre o pobre animal indefeso, PARA ME DAR UMA LIÇÃO.
Esta família. a da megera é, verdadeiramente, uma família de MONSTROS: fizeram desaparecer o meu gartinho maravilha como se o tivessem engolido. Hão-de vomitá-lo, em coágulos de sangue com dor e aflição que nem a morfina consegue aliviar. Hão-de sofrer bem pior do que o que lhe fizeram e me fizeram. Patifarias destas, contra seres doutras espécies nunca ficam impunes... E eu me encarregarei de "rezar", todos os dias, para que paguem pelos seus actos.

A megera, a ANA CRISTINA BATALHA CAETANO, tem o perfil certo para esse tipo de actos infames, tem um “esquema” psíquico perverso, do mais perverso que há e, pelos vistos, acha que tem a artimanha certa para se safar sempre. Não respeita nada nem ninguém! Acha que não precisa! Neste caso até “cometeu o crime perfeito” no entender dela; sem necessidade de "sujar as mãos".
Não gosta de plantas, nem de animais, nem de pessoas (as outras pessoas, para ela não existem como tal, não têm direitos e têm de se submeter aos seus pérfidos caprichos e "critérios", A BEM OU A MAL).

Não espera resposta às suas patifarias mas, se há resposta, arma em vítima e chora em todos os ombros, até encontrar algum(a) papalvo(a) que lhe apare o jogo. Aí passa a usar essa pessoa, até como bode expiatório, para se livrar, inclusive, dos castigos da Providência. Os homens costumam cair facilmente nessas artimanhas.
Quando há resposta, faz toda a espécie de chantagem psíquica e emocional, de terrorismo psicológico, sobre as pessoas e USA AS FILHAS como escudo humano; são mesmo o seu "instrumento" preferido. As filhas têm medo de tudo, porque a mãe assim quer, convém-lhe para os seus truques; e se não têm medo a mãe diz que têm como forma de as usar.
Enfim a Ana Caetano pode ser descrita como uma perfeita “Porca Nazi”
A Ana Cristina Batalha Caetano é advogada, designa-se Cristina Caetano no site da Ordem dos Advogados e trabalha na Caixa Seguros e Saúde, SGPS, SA; grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD).
Que necessidade tem uma pessoa destas de cometer semelhantes crimes em perfeita consciência, que até a sua profissão a obriga a ter? É a impunidade, apanágio das classes que trabalham com a jusriça, que a incentiva?
Como é que a sociedade (e os pobres animais indefesos) se podem defender de gente tão gratuitamente pérfida e infame?

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APELO!
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